Episódio negativo que marcou o país, mas principalmente a comunidade lourenciana, onde brutalmente, o corpo de Claudieli Medina dos Santos, 19 anos, fora enterrado no dia 7 de abril de 2018 no Boqueirão Velho, interior de São Lourenço do Sul, dentro de um galpão, após a jovem estar desaparecida desde o dia 4/03/2018. À Polícia Civil, o ex-namorado André Krüger Bork (EM DESTAQUE), confessou o crime e foi preso em flagrante por ocultação de cadáver (art. 211). Houve representação por prisão preventiva por homicídio qualificado por feminicídio.

No próximo dia 24 de novembro, a partir das 9h, o futuro do réu André Krüger Bork será julgado. O Tribunal de Júri ocorrerá no Fórum de São Lourenço do Sul e será presidido pela Juíza de Direito Dra. Vivian Feliciano. Na acusação da Promotoria de Justiça, Dra. Gabriela Monteiro e o Dr. Márcio Schlee. Na defesa o advogado Dr. Aírton Carré Chagas.

André Krüger Bork e Claudieli Medina dos Santos quando ainda eram namorados.

A Juíza proibiu acesso ao público, inclusive de familiares, devido às normas de distanciamento controlado, porém, o Ministério Público irá recorrer.

Por fim, queremos informar que na matéria inicial constava como advogado de defesa o nome do Dr. Abel Bueno. Estamos retificando que aquele profissional não faz parte da defesa do acusado.

 

RELEMBRE O CASO (7/4/2018):

Desvendado o crime de Claudieli Santos: ela foi cruelmente assassinada pelo ex-namorado

 

Na manhã deste sábado (7) foi encontrado o corpo de Claudieli Medina dos Santos, 19 anos, no Boqueirão Velho, interior de São Lourenço do Sul. O ex-namorado, André Krüger Bork, confessou o crime e indicou a cova em que enterrou a jovem. Ele foi preso por ocultação de cadáver e encaminhado ao Presídio de Pelotas,

Claudieli estava desaparecida desde o dia 17 de março, quando saiu de casa para ir a um baile, mas não chegou ao local. Ela tinha um filho e estava grávida de três meses.

A elucidação do crime começou a tomar forma quando a Polícia Civil solicitou a quebra de sigilo telefônico. A partir deste momento começou a ser elucidado o mistério do desaparecimento, que culminou com a apresentação do autor na presença de dois advogados, em que confessou o crime sem fornecer detalhes da sua ação.

Para o delegado Dr. Edson Silva Ramalho ele também disse que fez tudo sozinho. Foi lavrado alto de prisão em flagrante por ocultação de cadáver (art. 211). Houve representação por prisão preventiva por homicídio qualificado por feminicídio.