A peixaria lourenciana Marcelinho Peixes recebeu recentemente a visita inusitada de uma equipe de fiscalização onde impõs exigências diferentes do costume, na qual se a empresa não seguir, corre o risco de fechar. O cenário não é diferente para os demais estabelecimentos do setor em geral no Rio Grande do Sul.

Na manhã desta sexta-feira (13), o proprietário do estabelecimento, Marcelo Almeida de Freitas, falou sobre essas medidas. Os fiscais determinaram que a peixaria precisa ter uma sala específica e refrigerada para que os peixes sejam embalados em outros pacotes, onde é necessário aparecer o nome da empresa.

Além disso, um veterinário precisa ser contratado para que esse procedimento seja feito com o seu acompanhamento. Ou seja, se fosse colocado ‘na ponta do lápis’, o pescado teria aumento significativo das lojas até o consumidor.

Ainda, o advogado Dr. Magnus Peske falou sobre a situação e destacou que os fiscais estão cumprindo a lei, porém, se a lei está indo contra os interesses do cidadão e do consumidor, ela precisa ser alterada: “É a peixaria que eu já frequentei que é a mais limpa, a mais higienizada, que vende o melhor peixe, com um preço acessível”, ressalta.

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São Lourenço Repórter

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