FOTO: Ministério Público recebe o apoio da família da vítima.

Após o resultado que condenou o réu ANDRÉ KRÜGER BORK à pena privativa de liberdade de 15 anos e 1 mês de reclusão em regime fechado, bem como 90 dias-multa a razão de 1/30 do salário mínimo, na última terça-feira (24/11/2020), por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, configurando ‘feminicídio privilegiado’, o Ministério Público, através da Dra. Gabriela Monteiro, que juntamente  com o Dr. Márcio Schlee trabalharam na acusação da Promotoria de Justiça, se manifestou contrária a decisão do Júri Popular: “No entender do MP a pena aplicada foi insuficiente pela gravidade e repercussão que teve o delito. O MP já está trabalhando para aumentar essa pena”, contestou.

ANDRÉ KRÜGER BORK matou e enterrou sua ex-namorada Claudieli Medina dos Santos, 19 anos – que estava grávida à época. A Polícia Civil encontrou o corpo no dia 7 de abril de 2018 no Boqueirão Velho, interior de São Lourenço do Sul, dentro de um galpão, após a jovem estar desaparecida desde o dia 4/03/2018.

 O MP tem 5 dias para apelar (recorrer, a contar do dia 24/11/2020) e, já está elaborando o pedido de anulação e, novo julgamento do réu. Haja vista que o mesmo após cumprir 1/6 da pena, progride, ou seja, “vai para o semi-aberto”, destaca Dra. Gabriela.

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Entrevista com a Dra. Gabriela Monteiro

por São Lourenço Repórter | 26/11/2020