Em entrevista ao São Lourenço Repórter na manhã desta sexta-feira (5), o presidente da Associação Comercial de Industrial e Câmara de Dirigentes Logistas (ACI/CDL), Mahmoud Amer, fora enfático – juntamente com a FEDERASUL, FIERGS e FECOMÉRCIO e o SEBRAE, formalizaram, em documento entregue ao governador Eduardo Leite, pedido de “aperfeiçoamento” das restrições impostas pela bandeira preta ao comércio varejista e atacadista não essencial.

As entidades querem o atendimento presencial restrito e o drive-thru, seguindo os mesmos protocolos do comércio varejista e atacadista de itens considerados essenciais, como monitoramento de temperatura e testagem dos trabalhadores, além da lotação de uma pessoa, com máscara, para 8m² de área útil, que já é exigido.

“Não é justo, não foram suspendido pagamentos (impostos). Como vai investir na saúde se não tem dinheiro? As pessoas estão quebrando! Nossa vida depende do trabalho!” – foram algumas frases fortes de Amer.

Protocolado no Palácio Piratini, o texto destaca a preocupação diante do agravamento da disseminação da Covid-19 no Estado, mas questiona a eficiência do fechamento integral das atividades comerciais, citando o alto custo socioeconômico da medida e sua baixa contribuição para o combate da disseminação da doença.

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Entrevista com o presidente da Associação Comercial de Industrial e Câmara de Dirigentes Logistas (ACI/CDL), Mahmoud Amer

por São Lourenço Repórter | 05/03/2021