Enquanto a vacina da Pfizer começa a ser enviada em maior quantidade para os Estados e municípios, um fenômeno passa a ser registrado: pessoas incluídas nos grupos autorizados a receber a vacina contra a covid-19 têm manifestado preferência pelo novo imunizante e recusa àquele produzido pela Fiocruz, o de Oxford/AstraZeneca. “A melhor vacina é a que está disponível. No momento que a gente faz a vacina, a gente começa a criar imunidade. Pra qualquer vacina ter eficácia, é necessário que uma grande quantidade de pessoas sejam vacinadas, fazendo com que esse agente infeccioso deixe de circular”, evidenciou o Dr. Antônio Aleixo, médico cirurgião (aparelho digestivo/geral), ao São Lourenço Repórter, na manhã desta terça-feira (22).

A vacina Oxford/AstraZeneca é segura?

“As reações são simples e totalmente tratáveis. Nenhuma gravidade maior”, destaca Aleixo, que vai além: “Quanto maior o número de imunizados, menos tempo vai durar a pandemia, menos pacientes graves nós vamos ter”, ou seja, mesmo infectado, evitará a necessidade de UTI/intubação.

Vacina reduz a chance de disseminar a Covid

O cirurgião trouxe ainda na entrevista, estudos que mostram pessoas vacinadas com menor probabilidade de propagar o vírus. “A gente tem que pensar sempre no coletivo. Aquele pai de família que foi vacinado: ele, além de ter metade das chances de ser contaminado, ele diminui a chance de disseminar essa doença”.

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São Lourenço Repórter

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