Banco terá de indenizar consumidora por descontar de seu INSS parcelas de empréstimo consignado que ela não contratou. Ao decidir, a juíza de Direito, Claudia Akemi Okoda Oshiro Kato, da 4ª vara Cível de Vila Prudente/SP, constatou que não houve manifestação de vontade pela cliente, o que configura inexistência do negócio jurídico impugnado. “Essa semana atendi um cidadão em São Lourenço: ou alguém entra com os teus dados e faz o empréstimo e o dinheiro vai para tua conta, mas tu não fez o empréstimo; o outro golpe é alguém pegar teus dados, fazer o financiamento, embolsar o dinheiro e tu pagar a conta”, disse o advogado Dr. Maurício Raupp Martins no São Lourenço Repórter desta sexta-feira (20).

No caso citado a cima, a mulher alegou que é titular de benefício previdenciário junto ao INSS e que percebeu que descontos estavam sendo feitos de forma indevida em seu desfavor, quando então tomou conhecimento de que se referiam a contrato de empréstimo consignado que não firmou.

Esses golpes tem sido recorrentes, inclusive, com diversos registros na Delegacia de Polícia de São Lourenço do Sul.

Na entrevista, Raupp também comentou sobre a obrigatoriedade ou não da vacina: “Teve um caso concreto de uma funcionária de um hospital que se negou a tomar a vacina e foi demitida por justa causa”

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