O requerimento de prorrogação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa investigar eventual improbidade administrativa do município em face da omissão aos cálculos das diferenças trabalhistas dos anos de 2018, 2019 e 2020, foi negado por 5 votos a 4 em Plenário, na sessão ordinária desta segunda-feira (13).

O vereador Jonatã Härter (PDT), relator da Comissão de Constituição, Justiça, Ética, Redação e Bem Estar Social (CCJERBS), havia pedido prorrogação por mais 90 dias. Contudo, Emerson Piepper (PSDB), Renan Härtwig (Progressista), Fabiane Peglow (PSB), Ildo Döring (PT) e Ronei Schmaullfus (PT) votaram contra – Lauro Lopes (PDT), Inês Waskow (PDT) e Abel Bueno (MDB), a favor – Luis Weber (PT) não se fez presente na sessão alegando motivos pessoais.

Conforme informação da Assessoria Jurídica da Câmara, o Projeto está na CCJERBS e na próxima reunião da Comissão será eleito novo relator que deverá dar parecer sobre a matéria. Após, irá ao plenário, cabendo pedidos de vistas ou não pelas bancadas ou aprovação.

Se constatado eventual irregularidade administrativa, é criada uma comissão processante que poderá ocasionar no afastamento dos gestores municipais.